GINECOLOGISTA INVESTIGADO POR ESTUPRAR PACIENTES É PRESO EM GOIÁS

24/04/2026
Foi preso nesta quarta-feira (23), o ginecologista Marcelo Arantes, investigado por estuprar pacientes em Goiânia e Senador Canedo. A Polícia Civil de Goiás, informou que o mandado de prisão preventiva foi cumprido por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia.
Marcelo é investigado por estupro de vulnerável. Ao todo, 20 mulheres já o denunciaram por praticar os abusos nas clínicas onde ele atendia. Somente em Senador Canedo, foram identificadas 12 vítimas.
A primeira denúncia surgiu em 2017, no município de Senador Canedo. O segundo em Goiânia, em 2020. Os demais teriam ocorrido entre os anos de 2025 e 2026, nas duas cidades.
Segundo as vítimas, os crimes aconteciam durante as consultas, depois que o médico conquistava a confiança delas. Para a delegada que investiga o caso, Amanda Menuci, Marcelo Arantes tem todas as características de um “predador sexual”.
O Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) suspendeu, no dia (16/4), o direito de atuação do médico suspeito de crimes sexuais (nota ao fim do texto). Ginecologista e especializado em reprodução humana, o profissional foi denunciado por cinco mulheres, que afirmam terem sido abusadas sexualmente por ele durante consultas.
Marcelo Arantes atua como ginecologista por mais de 20 anos. A identidade e foto dele foram divulgadas, segundo a Polícia Civil, “com autorização da delegada responsável, via despacho, a fim de viabilizar a localização de outras possíveis vítimas”. E, após a divulgação da imagem, o número de denúncias subiu para 20 mulheres.
CASOS INVESTIGADOS:
2017: uma paciente em Senador Canedo
2020: uma paciente em Goiânia
Entre 2025 e 2026: 18 mulheres, sendo 11 em Senador Canedo
A Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (Deaem), que investiga o caso, chegou a solicitar a prisão do médico anteriormente à justiça, mas o pedido havia sido negado, determinando apenas que ele cumprisse medidas cautelares.
Segundo a delegada Amanda Menuci, em um dos casos, a vítima relatou que o abuso foi cometido mesmo ela estando acompanhada da filha. “Ela levou uma acompanhante, a filha, para tentar cessar esses atos, mas o médico não se intimidou com a presença de uma outra pessoa no consultório e acabou praticando novos atos libidinosos”, contou a delegada.
Em entrevista, o advogado sustentou que a exposição mediática do caso tem atropelado princípios fundamentais do direito e afirmou categoricamente que “a simples narrativa de um fato não significa que ele tenha acontecido ou que tenha acontecido exatamente da forma como narrado”.

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