AVIÃO CAI NO RIO GRANDE DO SUL E QUATRO PESSOAS MORREM

04/04/2026
Um avião caiu no litoral do Rio Grande do Sul por volta das 10h40 da manhã desta sexta-feira (3) e quatro pessoas morreram, de acordo com informações confirmadas pelo Corpo de Bombeiros. A queda a aeronave, de pequeno porte, aconteceu sobre um restaurante no município de Capão da Canoa.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai apurar as causas do acidente. Por ora, o que se sabe é que o restaurante estava fechado no momento da tragédia e os moradores das casas vizinhas atingidas não se feriram.
Três das quatro vítimas haviam sido identificadas até a última atualização: os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luís Antônio Ortolani, além do piloto Nélio Pestana.
Há imagens de câmeras de segurança que registraram o momento da queda, com posterior explosão. A Brigada Militar informou que a aeronave voava em baixa altitude quando começou a perder altura antes de cair. Ela também atingiu uma rede de transmissão de energia, o que ocasionou interrupção momentâneo no abastecimento elétrico.

JORNALISTA CONTA COMO FUGIU AO DESCONFIAR DE MOTORISTA DE APLICATIVO

04/04/2026
A jornalista Raissa Lomonte usou as redes sociais para contar uma situação vivida durante uma corrida por aplicativo em Goiânia, no último sábado (28). Segundo o relato, logo no início da viagem, o motorista perguntou se ela se importaria com uma parada rápida para devolver uma chave supostamente esquecida por uma passageira anterior.
Raissa concordou, mas, com o passar dos minutos, percebeu que o carro seguia por um caminho cada vez mais distante da rota original. Ao Mais Goiás, ela explicou que nasceu e mora em Brasília e estava em Goiânia para participar de um evento. Ela havia solicitado um veículo saindo do Shopping Cerrado, com destino ao Jardim Goiás, e entrou no veículo às 15h58.
Durante o trajeto, ela verificou no aplicativo que o condutor tinha apenas cinco dias de cadastro na plataforma e quatro viagens realizadas. Cerca de 14 minutos após o início da corrida, já em sentido oposto ao trajeto previsto e nas imediações da Rodovia Anhanguera, o veículo parou em uma área isolada, próxima a galpões industriais e sem circulação de pessoas.
A jornalista afirma que chegou a questionar o motorista sobre a distância e a demora para a suposta entrega da chave, além de perguntar se a passageira estaria aguardando no local. O homem teria confirmado, mas, ao estacionar, ninguém apareceu. Nesse momento, Raissa percebeu a aproximação de duas motocicletas, o que aumentou a sensação de perigo.
Diante da situação, ela decidiu sair do carro e correr em direção à rodovia, onde conseguiu ajuda de uma motorista que passava pelo local. Em seguida, foi acolhida por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM).
Após o ocorrido, equipes de segurança localizaram o veículo e recuperaram os pertences da vítima, como mala e bolsa. Ainda segundo Raissa, não foram encontrados registros ou mensagens que comprovassem a versão apresentada pelo motorista sobre a existência de uma passageira anterior ou da chave a ser devolvida, o que levanta suspeitas sobre uma possível tentativa de emboscada.
SUPORTE DA PLATAFORMA
Raissa também relatou dificuldades no contato com a Uber após o caso. Segundo ela, enviou dezenas de mensagens solicitando acesso à gravação da corrida, mas recebeu, inicialmente, apenas respostas automáticas. Somente após expor o caso nas redes sociais e marcar a plataforma é que lhe foi oferecido, como suporte, atendimento psicológico com duração de quatro horas, além do reembolso da corrida.
A jornalista afirma ainda que não recebeu da empresa informações básicas, como o local exato onde desceu do veículo. Ela conseguiu identificar a região apenas porque compartilhou a localização em tempo real com amigas, que registraram o trajeto por meio de prints.
Raissa não divulgou o nome nem dados pessoais do motorista. Por esse motivo, ao ser questionada pela reportagem, a Uber não forneceu posicionamento oficial sobre o caso.

JORNALISTA CONTA COMO FUGIU AO DESCONFIAR DE MOTORISTA DE APLICATIVO

04/04/2026
A jornalista Raissa Lomonte usou as redes sociais para contar uma situação vivida durante uma corrida por aplicativo em Goiânia, no último sábado (28). Segundo o relato, logo no início da viagem, o motorista perguntou se ela se importaria com uma parada rápida para devolver uma chave supostamente esquecida por uma passageira anterior.
Raissa concordou, mas, com o passar dos minutos, percebeu que o carro seguia por um caminho cada vez mais distante da rota original. Ao Mais Goiás, ela explicou que nasceu e mora em Brasília e estava em Goiânia para participar de um evento. Ela havia solicitado um veículo saindo do Shopping Cerrado, com destino ao Jardim Goiás, e entrou no veículo às 15h58.
Durante o trajeto, ela verificou no aplicativo que o condutor tinha apenas cinco dias de cadastro na plataforma e quatro viagens realizadas. Cerca de 14 minutos após o início da corrida, já em sentido oposto ao trajeto previsto e nas imediações da Rodovia Anhanguera, o veículo parou em uma área isolada, próxima a galpões industriais e sem circulação de pessoas.
A jornalista afirma que chegou a questionar o motorista sobre a distância e a demora para a suposta entrega da chave, além de perguntar se a passageira estaria aguardando no local. O homem teria confirmado, mas, ao estacionar, ninguém apareceu. Nesse momento, Raissa percebeu a aproximação de duas motocicletas, o que aumentou a sensação de perigo.
Diante da situação, ela decidiu sair do carro e correr em direção à rodovia, onde conseguiu ajuda de uma motorista que passava pelo local. Em seguida, foi acolhida por agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM).
Após o ocorrido, equipes de segurança localizaram o veículo e recuperaram os pertences da vítima, como mala e bolsa. Ainda segundo Raissa, não foram encontrados registros ou mensagens que comprovassem a versão apresentada pelo motorista sobre a existência de uma passageira anterior ou da chave a ser devolvida, o que levanta suspeitas sobre uma possível tentativa de emboscada.
SUPORTE DA PLATAFORMA
Raissa também relatou dificuldades no contato com a Uber após o caso. Segundo ela, enviou dezenas de mensagens solicitando acesso à gravação da corrida, mas recebeu, inicialmente, apenas respostas automáticas. Somente após expor o caso nas redes sociais e marcar a plataforma é que lhe foi oferecido, como suporte, atendimento psicológico com duração de quatro horas, além do reembolso da corrida.
A jornalista afirma ainda que não recebeu da empresa informações básicas, como o local exato onde desceu do veículo. Ela conseguiu identificar a região apenas porque compartilhou a localização em tempo real com amigas, que registraram o trajeto por meio de prints.
Raissa não divulgou o nome nem dados pessoais do motorista. Por esse motivo, ao ser questionada pela reportagem, a Uber não forneceu posicionamento oficial sobre o caso.

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