OPERADOR DE MÁQUINAS QUE MATOU A EX E TIROU A PRÓPRIA VIDA

16/02/2026
O relacionamento entre o operador de empilhadeira Pedro da Costa Queiroz e a ex-mulher, Elieser Teodoro da Silva, era marcado por episódios de agressões e ameaças. O homem, que matou a tiros a ex e tirou a própria vida em seguida, já havia sido condenado por violência doméstica há dois anos contra a vítima de 39 anos, que também tinha uma medida protetiva contra ele. Elieser foi morta na tarde de sábado (14), em Itumbiara, no Sul de Goiás.
Em 2024, Pedro foi condenado por violência doméstica contra a ex-mulher. O advogado de defesa do homem, João Barbosa, revelou que, mesmo após a condenação, o casal não se separou. De acordo com ele, Pedro procurou ajuda na quinta-feira (12) e contou que chegou em casa bêbado e tentou enforcar a vítima enquanto ela realizava os afazeres domésticos.
A recomendação da defesa foi para que Pedro cumprisse rigorosamente a ordem judicial e se mudasse da casa. Em resposta, segundo o advogado, o autor alegou que o casal estava bem.
Agressões e depoimentos
O crime ocorreu no Setor Santa Rita, onde o casal ainda morava junto, mesmo após a medida protetiva ser concedida em favor da vítima pela Justiça. Elieser havia denunciado Pedro por ameaças e danos em fevereiro deste ano, o que resultou na ordem judicial de afastamento. Porém, como destacou a Polícia Civil, os dois continuavam vivendo sob o mesmo teto.
No momento do crime, além de Elieser, Pedro também agrediu a filha de 15 anos do casal e a enteada dela, desferindo uma coronhada na cabeça da jovem. A adolescente foi socorrida, não corre risco de vida e é considerada uma das testemunhas do que aconteceu durante a discussão entre o casal.
Segundo o delegado, Felipe Sala, um inquérito policial foi aberto para investigar os fatos. No entanto, o processo pode ser arquivado devido à extinção da punibilidade, já que o investigado faleceu.

BRIGA POR PIT-BULL TERMINA COM HOMEM MORTO A TIROS NO LITORAL DE SP

13/02/2026
Uma discussão envolvendo um cachorro da raça pit-bull terminou em morte na noite da última segunda-feira (9/2), no bairro Jardim Veneza, em Peruíbe, no litoral sul de São Paulo. Uma mulher de 46 anos foi presa em flagrante após atirar contra o companheiro durante o desentendimento.
De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o homem foi atingido com um tiro no rosto. Mesmo ferido, ele conseguiu procurar ajuda em uma base móvel da Polícia Militar. A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O casal havia se mudado recentemente de Santa Catarina para o litoral paulista. Segundo apuração, uma tia do homem deixou um cachorro da raça pit-bull sob os cuidados dele e da companheira. O animal teria atacado e machucado o cão do casal, o que deu início à discussão.
Ainda conforme a SSP, o homem teria ficado revoltado com a situação e ameaçado matar o pit-bull. Durante o conflito, ele também teria ameaçado a companheira e o filho dela, de um relacionamento anterior, utilizando uma faca.
A mulher, que possui registro como Caçadora, Atiradora e Colecionadora (CAC), afirmou à polícia que pegou uma arma de fogo para se defender das ameaças. Ela relatou ter efetuado o disparo em legítima defesa.
Após serem informados de que a suspeita estava na região, policiais foram até o endereço indicado e localizaram a mulher. Durante a abordagem, ela confessou ter atirado no companheiro durante a discussão. A arma utilizada foi apreendida e encaminhada para perícia do Instituto de Criminalística.
O caso foi registrado como homicídio na Delegacia de Peruíbe, que segue com as investigações para esclarecer as circunstâncias do crime.
Fonte Mais Goiás

BRASILEIRO SALVA 15 ALUNOS DURANTE TIROTEIO EM MASSA NO CANADÁ

13/02/2026
A pequena cidade de Tumbler Ridge, no centro-oeste do Canadá, vive dias de luto após um dos ataques a tiros mais graves já registrados no país. Com cerca de 2 mil habitantes e conhecida pela tranquilidade aos pés das Montanhas Rochosas, a comunidade tenta se reerguer depois da tragédia que abalou a Escola Secundária local.
Em pronunciamento emocionado, o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que o Canadá “está de luto” e se solidarizou com as famílias das vítimas. Ele cancelou compromissos oficiais, incluindo uma viagem à Europa, e determinou que as bandeiras do país permaneçam a meio-mastro por sete dias.
O ataque aconteceu por volta das 14h20 de terça-feira (10), no horário local. A Polícia Real Montada Canadense foi acionada após a denúncia de um atirador dentro da escola, que atende 175 estudantes. Seis pessoas morreram na unidade — uma professora de 39 anos, três alunas de 12 anos e dois alunos de 12 e 13 anos. Pelo menos 25 estudantes e funcionários ficaram feridos, dois deles em estado crítico. Outros dois corpos foram encontrados em uma residência próxima.
A polícia confirmou que a autora do ataque foi uma jovem de 18 anos, identificada como Jesse van Rootselaar. Segundo as autoridades, ela teria matado a mãe e o irmão antes de seguir para a escola. Após o atentado, tirou a própria vida. Duas armas foram apreendidas no local — uma de cano longo e uma pistola modificada. De acordo com a polícia, a jovem já havia sido atendida anteriormente em ocorrências relacionadas à saúde mental.
BRASILEIRO AGIU RÁPIDO E PROTEGEU ALUNOS
Em meio ao cenário de terror, um professor brasileiro teve papel decisivo para evitar mais vítimas. Natural de Monteiro Lobato (SP), Jarbas Noronha, de 58 anos, dava aula de mecânica automotiva para 15 estudantes quando os disparos começaram.
Ele conta que a aula havia iniciado às 13h40 e seguia normalmente até que um dos alunos retornou do estacionamento relatando ter ouvido tiros. Pouco depois, o alarme de emergência foi acionado e a direção informou que a escola estava em lockdown.
Sem perder tempo, Noronha reuniu os alunos e organizou uma estratégia de proteção. A oficina onde estavam fica no fim do corredor, o que dificultava a percepção inicial do que ocorria. O grupo usou bancadas de metal para reforçar a porta, criando uma espécie de barricada improvisada.
Além disso, o professor preparou um plano de fuga caso a sala fosse invadida. A ideia era sair pelas portas da garagem da oficina, que dão acesso ao pátio, e seguir até o estacionamento, definido como ponto de encontro seguro.
Morando em Tumbler Ridge desde 2022 e atuando na escola há cerca de um ano e meio, Jarbas ajudou a manter os 15 estudantes protegidos até a situação ser controlada pelas autoridades. Em meio à dor que atinge a cidade, a atitude do brasileiro é vista como um gesto de coragem que evitou que a tragédia fosse ainda maior.
Fonte Mais Goiás

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